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FUTEBOL ENTRETENIMENTO E  MUSICAS DE  SUCESSO

O advento do VAR

Tido como uma ferramenta salvadora, onde todos os erros do futebol seriam corrigidos, ao que parece nesse início não emplacou. É claro que está muito ressente, e que precisa de mais tempo para desenvolver, mais uma coisa nem o tempo o resolverá. A importância da arbitragem. No futebol ela é valorizada demais. Em outros esportes ela é técnica, e não artística. Outra coisa: Um monte de sopradores de apito agora são comentaristas, como Sandro Meira Ricci, tentando nos convencer de determinados lances, e não conseguem. Teria que haver uma maneira de tirar o protagonismo deles, colocando-os no seu devido lugar, apenas assistentes do espetáculo.

Treinador de futebol

O que aconteceu recentemente beirou ao bizarro, onde toda a ética profissional foi esquecida, se é que algum dia teve alguma. Argeu Fuks, treinador time na luta pelo rebaixamento, e foi dirigir o Ceará, adversário direto nessa briga, sem o menor escrúpulo. Após ser demitido pelo Ceará Adilson Batista foi para o Cruzeiro, que demitiu Abel Braga que não conseguia tirar o time da parte debaixo da tabela. Resultado: No Brasil, no banco de reservas, vale tudo. Eles reclamam da maneira com que o clube lhes tratam, mais na prática, não respeitam os mais básicos princípios éticos, tratando suas mudanças de camisas sem a menor parcimônia. Por isso o sucesso de Jorge Jesus e tão importante, porque pode abrir a porta de vez, para que técnicos estrangeiros possam entrar de vez em nosso mercado.

Principal ou auxiliar

Marcão é pau pra toda obra, e sempre chamado nas horas em que as coisas não vão bem. Agora mantido até o final, com a missão de salvar o Fluminense da segundona, é ao que parece conseguindo, seu nome cresce para que em 2020 seja o titular no comando da equipe. Sem dinheiro em caixa para grandes contratações, coisa que todo técnico de grife pede, seria uma grande solução para os padrões tricolores Com o racha entre Mario Bitencourt e Celso Barros, e muitas dificuldades a vista para a próxima temporada, acho que isso vai emplacar.

Efeito Rubro Negro

Com o sucesso do Flamengo na temporada o patamar de exigências em todos os clubes subiu. O que antes era aceitável, agora não é mais. Por isso uma verdadeira revolução está acontecendo em nosso futebol. Novos métodos estão sendo pedidos, aproximando cada vez mais com o que estão sendo ministrado na Europa, centro esportivo, reconhecidamente mais avançado. Tudo isso é resultado do que Jorge Jesus fez em menos de seis meses conquistando Brasileiro, Libertadores e disputando de igual para igual o Mundial.

Hamilton sobrou

Em uma temporada na fórmula 1, onde mais uma vez a Mercedes mandou, Hamilton sobrou, mostrando em mais um ano que é um dos maiores de todos os tempos. Em Abu Dhabi não foi diferente. Do início ao fim, mandou, não tomando conhecimento dos adversários. Numa categoria onde o carro significa cinqüenta por cento, pneus trinta, e o piloto o resto, na sua parte, ele está a anos luz dos restantes, começando pelo talento e passando pelo profissionalismo, não relaxando nunca, apesar de ter uma vida pessoal e social bastante atribulada.

Um belo exemplo

Uma campanha lançada pela diretoria elevou o Vasco há um patamar dos maiores do Brasil. Em pouco tempo o numero de sócios já passou de 120 mil, mostrando a força da torcida vascaína. Com esses novos recursos entrando, vai facilitar a vida do Presidente Alexandre Campelo, que hoje passa por sérias dificuldades financeiras, herdadas de administrações passadas, que afundaram um clube gigante no cenário brasileiro. Quanto a continuação de Luxemburgo ou não, vai depender de vários parâmetros, como a capacidade de contratação para a temporada de 2020. Além disso soma-se onde a equipe deseja estar, sendo protagonista em todas as competições, ou apenas um mero protagonista. O professor em função do que recebeu, mostrou que ainda é um treinador de ponta, apesar de conceitos ultrapassados, como declarações que nada mudou no futebol. Com tudo o que está acontecendo no futebol, talvez tenha mudado de idéia.

Uma seleção
em baixa

O ano de 2019 terminou igual ao passado, com a seleção brasileira de futebol em baixa. Entra jogo e sai jogo e é a mesma coisa, falta de padrão tático e empenho de jogadores, que nos bastidores dizem que não querem mais jogar na canarinha. Eles estão muito mais preocupados em jogar pelos seus clubes na Europa, onde ganham muito bem, do que servir a um projeto onde não ganham nada, e enchem os bolsos da CBF. Aliás a entidade e a grande sanguessuga do futebol brasileiro, e nem a mudança da Presidência com a chegada de Rogério Caboclo mudou o quadro. È claro que um assecla de Marco Polo Del Nero, banido do futebol, não mudaria nada.

O mico do ano

Na conquista da Libertadores uma cena roubou a festa. O governador Wilson Witzel, que estava de penetra no evento, já que é Paulista e Corintiano, ao ver se aproximar Gabi Gol, se ajoelhou em sinal de reverência, no que foi solenemente ignorado pelo jogador. Aliás porque ele estava em todas, viajando no avião dos dirigentes, e desfilando no trio elétrico, quando a delegação chegou ao Rio. Será o preço cobrado pela cessão do Maracanã? Será que houve uma barganha, tipo, dou o Maraca, e vocês deixam eu usufruir politicamente das conquistas? Essa diretoria apesar do sucesso conquistado e a mesma das mortes do ninho do urubu. Aliás até hoje nada foi resolvido de forma definitiva.